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sexta-feira, 14 de março de 2014

Doce de Laranja da Terra

Apesar da seca, pudemos colher no sítio algumas laranjas-da-terra pra fazer doce. Não sou doceira (nem pra fazer nem pra comer, heheh) mas dá pena desperdiçar as frutas. No ano passado tentei fazer o doce, peguei receita com Dr. Google e... não deu certo! A laranja tem um amargo muito forte, e aí eu desisti. Trouxemos as laranjas e demos pro Paulo, meu irmão, que distribuiu entre a vizinhança dele. E ele aprendeu com uma vizinha, a D.Percília, e acabei aprendendo também. Agora não perderemos mais laranjas!
Esse é o pé da laranja-da-terra.


Olha só o tamanho da laranja. É imensa. Esta é do ano passado. As destes ano foram menores devido à seca.


A gente faz doce com esse limão siciliano também.


E aqui o doce. Como disse, não sou doceira, mas com um pedaço de queijo ao lado, como isso fica bom!


Querem a receita? É assim:


1- Com uma faca de lâmina mais fina e bem amolada tire a parte verde da casca das laranjas. Procure tirar o mínimo possível da parte branca da casca, porque é ela que vai ser usada.

2- Parta a laranja em 4 ou 6 fatias no sentido vertical e retire o miolo. Quando a laranja é grande eu parto cada fatia em 2 ou 3 pedaços pra facilitar a retirada. Eu retiro o miolo com uma colher de sobremesa, raspando.

3- Acomode os pedaços em uma panela grande, que tenha tampa.

4- Em outra vasilha ferva água suficiente para cobrir todos os pedaços. Cubra os pedaços com a água fervente e tampe a vasilha pra mosca não entrar. Como os pedaços ficam boiando, eu pego uma tampa mais pesada, que cabe dentro da panela, e coloco sobre os pedaços pra forçar pra baixo, e aí coloco a tampa da panela por cima.

5- Várias vezes por dia faça a troca da água, que esfriou, por uma nova água fervente. Eu faço umas 5 vezes por dia. O amargo da laranja vai saindo aos poucos. Faça isso 3 ou 4 dias seguidos, até provar a água e sentir que não está mais amargosa. É hora de fazer o doce.

6- Use mais ou menos 1kg de açúcar e um copo americano de água pra cada kg de laranja. Eu meço no olhômetro mesmo. Despeje isto sobre os pedaços de laranja e deixe no fogo até que chegue no ponto. Mexa de vez em quando. Se precisar vai pingando mais um pouco de água. O doce precisa ter calda. Coloque cravo-da-índia e pedaços de canela, a gosto.

7- O doce estará pronto quando os pedaços de laranja, que são brancos, ficarem transparentes e brilhantes.
Pra fazer o doce de limão o processo é o mesmo. Ano passado fiz os dois juntos, e ficou bom.
No meu fogão isto leva mais de 2 horas. Tá bom, demora, mas tem uma vantagem: não respinga! Fiz um doce de goiaba uma vez que respingou tanto que desse eu não faço nunca mais. Só faço em calda. Que, aliás, fica uma delícia com sorvete! Hummm... mas isto é assunto pra outra postagem!

8- Coloque em vidros tampados, na geladeira. Eu nunca deixei fora da geladeira, e comi este mês o restante do doce que fiz no ano passado. E estava ótimo.


Um abraço carinhoso, e que Deus abençoe a todas vocês.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Enquanto isso, lá na roça....

No passeio pela rocinha foi isso que registrei hoje: flores.
Essa aqui é a strelítzia, com suas bonitas cores. Tem demais lá, ao lado da garagem. Ao chegar lá um dia desses, ao abrir o portão para entrar com o carro, vi uma cobra correr pro meio das strelítzias. Aí foi aquele corre-corre nosso, procurando a cobra na touceira. Era uma jararaca. Foi a única cobra que vi até agora.

Esta flor vermelha, não sei como se chama, é a primeira vez que vejo lá. Gosto dela, e até já tinha comentado com o maridão que queria conseguir algumas nas cores vermelha, branca e amarela, que vi pelas bandas de Aimorés.

Esta outra vermelha, mais miuda, mas com folhagem parecida, é que mem mato por lá, tem por todo lado. Também nem imagino como se chama.

Tenho almeirão na minha hortinha, e essa é a flor dele. Azulzinha. Já vi sendo usada em pratos culinários, acho que no programa do Jaime Oliver.

Bom, finalizando, a rosa. As roseiras sempre estão floridas. São 3 roseiras, da mesma cor. Eu acho essa cor linda.

E aí, gostaram de minhas flores?
Tenho alguns temperos lá, quero fazer uma postagem só de temperos do quintal. Aguardem!

Um abraço carinhoso, e que Deus abençoe a todas vocês.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Enquanto isso, lá na roça...

Bordados e costurices parados esta semana. Fomos pro sítio na segunda, cedinho. Muuuuuuito serviço por lá, como sempre. Mais, muito mais pro maridão do que pra mim, heheh. Lá já está bem friozinho à noite.
Hoje pela manhã, antes das 6h, cheguei na janela e fotografei a realeza - Rainha, Princesa e Delegado, heheheh.

Tomando conta de tudo, o Lord. Tem só 6 meses, um filhotão, mas está dando conta do recado.

Maridão chamou pra irmos lá no alto do terreno, queria ver como estava a cerca de arame farpado. Não levei a máquina. É bastante íngreme para subir pelo quintal, então demos uma volta grande, atravessamos o sítio vizinho, pegamos uma estradinha com eucaliptos dos dois lados, rodamos por alguns minutos e chegamos lá. É bem alto, mas a vista lá de cima é uma beleza! Da próxima vez que for vou levar a máquina pra registrar. É lindo! Fica no fundo do quintal, depois desta matinha aqui, bem lá em cima.

Tem muita coisa plantada lá no sítio, mas estamos plantando mais algumas. Entre árvores e frutas, já vai pra mais de 500 mudas plantadas. Algumas morreram, outras cabritos e bois dos vizinhos comeram, mas muitas estão pegadinhas, crescendo. Compramos muitas dessas mudas, fizemos muitas, e ganhamos várias também.
Dentre as que ganhamos está o feijão andu. Ganhei as vagens de um senhor da igreja de minha irmã, em Cariacica, no Espírito Santo, em julho de 2012. Olha só como cresceram! Já estão com flores. Não sei quanto tempo leva pra formar as vagens, mas estou ansiosa pra comer aquele feijãozinho gostoso!

Temos cana lá na roça, mas estas mudinhas aqui são especiais. Ganhei da minha amiga Perpétua.

De Aimorés trouxemos esta muda de none, doada pela Marli, vizinha de minha sogra.

A Mírian, minha irmã, me deu esta muda de urucum. Está enorme!

Tem gente que não conhece este tempero aqui. Parece cebolinha, mas é o alho de cheiro. Ganhei a primeira mudinha de minha cunhada Ana Maria. Levei mudas pro sítio, e olha só com está lindo!

A Dona Maria Jacó, prima de meu sogro, me deu uma mudinha de alecrim.

E essas aqui eu trouxe de BH, doadas pela minha filha Renata.
Esta é a couve manteiga, bem mais macia que a antiga que tenho lá.

Eu nunca tinha visto um pé de sálvia. Dá uma olhadinha, Renata. Veja como cresceu!

E o manjericão também. Eu já tinho muito do outro, da folha macia e mais clarinha, que uso como salada. Desse roxinho eu não tinha. Esta bonitão também.

Agradeço de coração a todos vocês que contribuíram com essas mudas.
Quero conseguir uma muda de cuia. Já ganhei uma vez, quando morava em Lagoa Santa, doada pela Tia Morena, tia da minha cunhada Raquel. A mudinha estava bem pegadinha, aí eu viajei por 2 semanas, e quando voltei ela tinha secado. O caseiro não a molhou durante minha viagem.
Por hoje é só. Numa outra postagem vou mostrar mais algumas plantinhas de lá.

Um abraço carinhoso, e que Deus abençoe a todas vocês.